Archive for maggio, 2009

Energia

La Plataforma contra la MAT (línia de molt alta tensió) del Pallars ha organitzat diverses



imagesSotto i ghiacci greggio per almeno tre anni e metano per 14 Gli ambientalisti: «No alle trivellazioni»

 

WASHINGTON — Sotto la calotta artica che va assottigliandosi, un oceano di materie prime. Miliardi di barili di petrolio e migliaia di miliardi di metri cubi di gas naturale, probabilmente destinati a intensificare la battaglia geostrategica, già in corso, per le risorse energetiche nascoste all’ombra dei ghiacci eterni. Una potenziale benedizione, secondo i fautori delle trivellazioni senza confini e senza patemi. O una pericolosa e devastante tentazione, secondo gli ambientalisti, preoccupati dello stato di salute di un ecosistema fragilissimo e già a rischio. Read the rest of this entry »



E’ stata trasmessa al Comune di Menfi la nuova proposta di progetto di impianto produzione di energia elettrica tramite combustione di biomassa, avanzata dalla “Tre Tigli s.r.l.”

Si tratta di una riformulazione del precedente progetto al quale l’amministrazione Botta aveva rappresentato il proprio giudizio negativo già in sede di Conferenza di Servizi nel settembre 2008.
La nuova proposta di progetto presenta un ridimensionamento delle emissioni dei gas, corrispondenti a 6 megawatt di potenza.

Il Sindaco, Michele Botta, che si è già detto contrario all’attuale progetto, ha trasmesso la copia della nuova proposta al Consiglio comunale e ha espresso la volontà di coinvolgere le associazioni, i sindacati e i movimenti presenti in città, come condizione indispensabile per qualsiasi futura decisione in materia.

(servizio stampa e comunicazione Comune di Menfi)

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SARA MEDIALDEA | MADRID
Hubo una vez un emir de Córdoba, que gobernó del año 852 al 886, llamado Moh
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Clickar para ampliarEl Presidente de Mediterrània-CIE presentó el pasado 19 de mayo en el Congreso de los Diputados el informe “Estado del cambio climático en España y propuestas de actuación”. El documento marca las prioridades para afrontar la actual situación y propone que España lidere el futuro protocolo de Copenhague.

Apostar por un nuevo modelo energético para conseguir a uno os más eficiente del energía a los sectores industrial y de servicios, impulsar las energías renovables y liderar el protocolo de Copenhague. Son algunas de las principales propuestas formuladas por el presidente de Mediterrània-CIE, Ángel Juárez, a la Comisión Mixta de Cambio Climático en el Congreso de los Diputados. La intervención de Juárez permitió hacer un diagnostico de la situación actual en todo aquello referente al cambio climático y hablar de los efectos que podría tener en un futuro no demasiado lejano. En este sentido, el presidente de la entidad señalaba que “el estado español sigue sobrepasando los límites de emisión de gases de efecto invernadero acordados al protocolo de Kioto que, como documento y en su esencia, es casi imposible de cumplir. Tenemos una segunda oportunidad si conseguimos que España lidere el protocolo de Copenhague mediante la cumbre que se hará en esta ciudad a finales de año y que marcará las estrategias a seguir en todo el planeta hasta el 2013″.

Juárez recordó a la Comisión del Congreso que la sensibilización es clave y que hacen falta una mayor educación ambiental y la máxima participación de los poderes públicos, agentes sociales y económicos, partidos políticos y ciudadanos. Desde Mediterráneo también se considera imprescindibles la mejora de la movilidad sostenible y el transporte público, la creación de un marco legal para favorecer la incorporación de las energías no convencionales en el sector del transporte y todas aquellas medidas que se puedan aportar en el sector domestico a través de campañas de concienciación. Los miembros de la Comisión del Congreso se comprometieron a llevar las demandas y propuestas de Mediterrània a la cumbre de Copenhague.

Estudio epidemiológico

La comparecencia de Ángel Juárez al Congreso sirvió también para hablar del largamente reivindicado estudio epidemiológico de Tarragona, un documento que tendría que permitir conocer los principales factores de riesgo y causas de enfermedades entre la población. Era la primera ocasión que este tema se debatía en la cámara española y el presidente de Mediterráneo lo aprovechó para reclamar “que se nos entregue este estudio de una vez. Hace 30 años que lo estamos reclamando y a pesar de los cambios de gobierno que se han producido y las muchas promesas hechas por todos, nadie ha cumplido su palabra. Queremos saber los riesgos a los cuales estamos sometidos por la proximidad a te las industrias químicas y exigirles a éstas la máxima transparencia en sus actuaciones”.

Juárez avanzó que pronto se iniciará una campaña de recogida de firmas para exigir que se hagan públicos todos los estudios epidemiológicos en aquellas zonas del estado que, como en el caso de la provincia de Tarragona, están rodeadas por polígonos industriales importantes y con fuerte presencia de empresas petroquímicas.



Autor: Pietro Ubaldi (1952)

Encontrei-me, viajando pelo mundo, em todos os ambientes

Achei-me entre católicos e os observei. Muitos deles eram sinceros e convictos e viviam aplicando, realmente, os princípios de sua religião. Sua verdadeira fé me encheu de admiração. Outros deles, po rem, embora verbalmente se confessassem e nas prá ticas religiosas se manifestassem perfeitamente ortodoxos, não viviam inteiramente seus princípios, de monstrando com fatos que, em realidade, neles não acreditavam de modo absoluto. Isso me encheu de tristeza.

Achei-me, depois, entre os protestantes e os ob servei. Muitos deles eram sinceros e convictos e vi viam aplicando, realmente, os princípios de sua religião. Sua verdadeira fé me encheu de admiração Outros deles, porém, embora verbalmente se confes sassem e nas práticas religiosas se manifestassem perfeitamente ortodoxos, não viviam inteiramente seus princípios, demonstrando com fatos que, em realidade, neles não acreditavam de modo absoluto. Isso me encheu de tristeza.

Achei-me, também, entre os espiritistas e os obser vei. Muitos deles eram sinceros e convictos e viviam aplicando, realmente, os princípios de sua doutrina. Sua verdadeira fé me encheu de admiração. Outros deles, porém, embora verbalmente se confessassem e nas práticas formais se manifestassem aderentes à sua doutrina, não viviam inteiramente seus princípios, demonstrando com fatos que, em realidade, neles não acreditavam de modo absoluto. Isso me encheu de tristeza.

Achei-me, depois, entre os teosofistas, os maçons, es maometanos, os budistas etc. e observei o mesmo fenômeno.

Encontrei-me até entre ateus, materialistas con victos. Não obstante, entre eles encontrei os que pro curavam viver segundo superiores princípios de reti dão. Senti respeito por eles. Qualquer convicção vivida com retida o merece respeito. O que me encheu de tristeza foi ver o ateu, materialista ani malescamente involvido, somente animado de instin tos egoístas para prejudicar o próximo.

Observando-os todos, perguntei a mim mesmo, então: a divisão real, verdadeira, entre os homens, é a de uma religião, doutrina ou crença, ou é, antes, entre o homem sincero e honesto e o homem falso e desonesto, que se encontram no seio de todas as religiões, doutrinas e crenças? Embora as várias divisões humanas, em cada uma delas sempre encontrei esta outra divisa o universal de bons e maus.

Perguntemos a nós mesmos, então: não será esta a verdadeira distinção, muito mais real que a outra em que tanto se insiste? Pertencer ao primeiro tipo de homem, antes que ao segundo, não será muito mais importante e decisivo do que pertencer a um determinado agrupamento religioso? Que importa perten cer a esta ou aquela religião, quando não se e since ro nem honesto? Não é o fundamental em qualquer campo? E não é, então, esta a mais importante entre todas as divisões humanas, muito mais do que a atu almente aceita? Não será essa a divisão que Deus mais assinala, de preferência a outra, que se refere, mais que a bondade do homem, aos interesses hu manos que em torno dela se agrupam?

Qual é o fato mais decisivo para a edificação do homem (isso constitui o objetivo de todas as crenças) — os pormenores dogmáticos e doutrinários, a ortodoxia da letra ou o haver compreendido o simplicís­simo princípio do bem e do mal, princípio universal, existente em todas as religiões, inscrito no espírito humano e, sobretudo, viver esse princípio?

A verdadeira distinção, nesse caso, não é a atu almente vigorante em nosso mundo católicos, pro testantes, espiritistas, teosofistas, maçons, maometa nos, budistas etc. — mas, sim, o justo e o injusto. Esta é a distinção substancial, a que tem valor dian te de Deus, muito mais importante que a outra, que pode ser apenas formal. Na segunda se pode men tir e ela, então, é fictícia; nunca na primeira, que é real.

Por que, então, tantas lutas religiosas e doutrinárias? Não têm elas outro valor senão o de defender o patrimônio conceptual do grupo e os interesses que dele dependem. Por que, então, não reduzir todas as crenças a esse seu denominador comum, que é a sua substância, em que todas se encontram, além de to das as divisões? E por que não achar nessa substân cia a ponte que as une todas numa característica comum, em lugar de procurar em especulações sutis que pode dividi-las? Por que não parar e insistir no que importa acima de tudo; a bondade e a evolução do homem?

Tudo isso é importantíssimo para a fusão das al mas no caminho da unificação, que é o futuro do mundo em todos os campos. Daí nasceria um gran de respeito recíproco, uma nova possibilidade de compreensão, um superior espírito de fraternidade. O cioso amor à ortodoxia, justificável em outros tempos, excitado até o ponto de preferir a letra ao espírito, pode significar uma satânica falsificação da fé na psicologia farisaica, enfermidade de todos os tempos e de todas as religiões. Pode, então, acontecer que se faça da religião o que sempre se tem feito do amor a pátria que, embora santo em si, se transforma em agressividade e guerras contra outras pátrias. Ora, como esse tipo de amor nacional está hoje em vias de desaparecimento, superado pela vida que ca minha para a unificação social, do mesmo modo a vida superará o espírito de absolutismo e intransigência, pois ela se dirige para a unificação religiosa.

É necessário, assim, abandonar o espírito sepa ratista de domínio, em nome de absolutismos, numa verdade que na Terra, para o homem, não pode dei xar de ser relativa e progressiva, isto é, em função de sua capacidade evolutiva.

A vida hoje caminha para a colaboração por compreensão em todos os campos e os imperialismos, políticos ou religiosos, pertencem a fases que esta o sendo superadas. Os imperialismos espirituais retar dam a unificação, que se situa justamente no campo das convicções e das consciências e que não se pode obter com o espírito de absolutismo e de domínio.

Qual é, pois, a religião de substância em que poderão pacificar-se todas as distinções humanas, en contrando-se em seu denominador comum?

A religião de substância é somente uma. A ela pertencem todos os honestos que crêem sinceramen te e vivem suas crenças, sejam católicos, protestan tes, espiritistas, teosofistas, maçons, maometanos, bu distas etc..

Estão, ao contrário, fora da religião, todos os falsos, os injustos, os que interiormente não crêem (embora formalmente em seus lugares), os que não vivem suas crenças, sejam católicos, protestantes, espiritis tas, teosofistas, maçons, maometanos, budistas etc. Estes se igualam no representar a traição a idéia que professam.

Na “Mensagem de Natal” de 1931, diz Sua Voz: “…não está longe o dia em que somente uma será a divisão entre os homens: justos e injustos.” Na Ter ra, em todos os campos, existem sempre dois tipos humanos: o evolvido e o involvido Encontram-se em todas as filosofias, governos, religiões, hierarquias e povos.

O involvido vive sempre no nível animal, é ani mado pelo espírito de dominação e, por isso, in transigente e agressivo; fecha-se na forma, despre zando a substância; é mais ligado a terra que ao céu. julga-se, em todos os campos, sempre com a posse da verdade e da parte de Deus, julgando todos os outros como situados no erro e da parte de Sata nás. Tende a egocêntrica monopolização da Divin dade.

O evolvido tem características opostas. Vivendo num nível mais alto, é animado pelo espírito de fraternal compreensão; tolera e auxilia; fala com o exem plo, dando e não dominando; é mais aderente à substância que à forma, mais unido ao céu que à terra. Não julga nem condena. Tende a anular seu eu em Deus e no amor ao próximo. Não se faz pala dino da verdade para exigir virtude dos outros, mas começa por praticá-la, ele mesmo: ilumina, não im põe, pois respeita as consciências. Não pretende ser o único que tem Deus consigo. Não identifica com o mal tudo que está fora de seu eu, do seu grupo ou hierarquia nem o condena em defesa própria. Não se faz representante de Deus para dominar com sua personalidade, mas reconhece em Deus o Pai de todos.

O homem está evolvendo e a religião dos justos será a religião unitária que a todos entrelaçará. O estado vigente até hoje corresponde à fase caótica do mundo. Ele caminha, porém, para a fase orgâni ca na qual, em todos os campos, os relativos pontos de vista se coordenará o numa verdade universal.

A religião una será a substancial, a religião do bem e dos bons, que se compreenderão, por serem evolvidos. Para essa compreensão os insolvidos ain da não estão maduros, pois só podem crer que a salvação depende apenas da filiação a esta ou aquela forma da verdade, sem cuidar da substância, que po de estar em todas as formas. Tudo isso, porém, será fatalmente superado.

É lei de evolução que o dualismo, em que se di vidiu nosso universo, gradativamente, em todos os campos se vá reconstituindo em sua originária uni dade de que o espírito caiu na cisão, na forma, na matéria. É fatal lei de evolução que chegue finalmen te à Terra a tão esperada realização do Reino de Deus.

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Attività economiche

Il programma

  • Sostegno e promozione di tutte le attività con una forte vocazione alla valorizzazione del territorio: un prodotto locale autentico, venduto e comprato in loco.
  • Localizzazione in altro sito del mercato domenicale, finalizzato anche alla valorizzazione complessiva delle attività stanziali.
  • Organizzazione manifestazioni ed eventi per la promozione delle attività dell’economia locale, per valorizzare le risorse della Valle.
  • Valutazione istituzione consulte del commercio e delle attività produttive.
  • Sviluppo e valorizzazione del settore enogastronomico correlato anche ai prodotti autenticamente locali ( formaggi, castagne, frutti di bosco… ).
  • Valorizzazione del patrimonio boschivo anche dal punto di vista energetico.
  • Valutazione istituzione peso pubblico ( a gettoni).

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mag

31

La expresión “la hora 11” significa el último momento, la penúltima hora para poder cambiar y evitar un posible desastre. Este documento profundiza en como la humanidad esta viviendo, como esto produce un impacto en el medio ambiente, y también como el ser humano puede cambiar esta historia y convertirse en parte de la solución.

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El Aula Mentor es un sistema de enseñanza a distancia del MEC (Ministerio de Educación y Ciencia) qu
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Torniamo dopo pochi giorni nelle terre della Sardegna, non per commemorare e denunciare le assurde morti sul lavoro della raffineria, ma per sottolineare il lavoro di chi vuol portare alla pubblica attenzione l’altrettanto assurda e strisciante minaccia dell’inquinamento, che all’ombra di quello stesso impianto di raffinazione (che ricordiamo essere la raffineria Saras di Sarroch) estende la propria venefica influenza sulle terre sarde, che tutti noi siamo abituati a considerare paradiso intatto e meta di vacanziera beatitudine.

Oil” è un documentario del regista Massimiliano Mazzotta, che denuncia tale situazione e di cui volentieri pubblichiamo il trailer:

Guardate la scandalosa vicinanza cui si trova la raffineria rispetto al paese di Sarroch:

Non vi ricorda mica altri scandalosi “vicini di casa”?

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